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Meio ambiente - Compostagem e reciclagem devem pautar a gestão dos resíduos sólidos em sombrio

Em visita a capital do Estado, grupo interessado no destino já dos resíduos sólidos conheceram o processo de coleta, destino e compostagem visando implementação no município de Sombrio

Nesta terça, (15), Celso Rogério de Souza,  Gerente  Executivo da Samae de Sombrio, acompanhado de Gean Albino, presidente da Câmara de Vereadores, do vereador João Roseno do PDT e de Sandoval Ferreira, estensionista da Epagri esteve na COMCAP – Autarquia de Melhoramentos da Capital – em Florianópolis, responsável pela coleta de resíduos sólidos domiciliares e pela limpeza pública da Capital. A Comcap tem 48 anos e mantém um quadro de 1,5 mil empregados e a missão de prestar serviços públicos de saneamento ambiental com eficiência, qualidade e responsabilidade social.

 

De acordo com Celso Souza, a viagem até a capital se destinou a conhecer o processo de coleta de lixo, reciclagem e compostagem da capital, com o objetivo de firmar parceria entre a Samae e o poder legislativo de Sombrio para implementação de projetos de Resíduos Sólidos e Meio Ambiente. “Fomos recebidos pelo Ulisses Bianchini, superintendente de resíduos  e pela Daiana Andreia Battelini, Diretora Executiva da Autarquia e, também pelo engenheiro, Gerson König Júnior Gerson, responsável pela compostagem, pois é de grande interesse implantarmos aqui em nossa cidade um programa na área de compostagem que corresponda aos ideais de preservação ambiental e reutilização de resíduos possíveis de reciclagem”, explica.

 

Celso explica que o espaço destinado à compostagem na capital se situa em Itacorubi próximo a prédios residenciais e comerciais. “O material verde proveniente das podas de vegetação da cidade, como das árvores e outros similares é trazido para este local e fazem sua trituração e, considerando-se que também se trata de material orgânico, ainda do mesmo local é realizado o processo de compostagem.  O material para produzir o adubo orgânico e coletar o chorume é muito simples, uma lona interna nas composteiras impede que os componentes façam contato direto  com o solo,  e assim o  o líquido chorume, segue para ser acomodado em um reservatório. “O chorume deve ser coletado já nos primeiros dias, num período mais intenso entre os  três  meses,  pois, quanto menor o tempo de processo, mais material é disponibilizado, e depois vai diminuído, vai secando. Após esse tempo de formação das compostagem e o próprio  chorume são recolhidos e destinado para a área rural sendo utilizado pela agricultura como adubo para qualquer tipo de produto agrícola”, prossegue Celso.

 

O serviço de resíduos sólidos da capital funciona em forma de tríplice coleta e respectivos destinos. A compostagem segue para a adubação, o material reciclável, como plásticos, papeis, vidros e outros são destinados às cooperativas de reciclagem e o rejeito, material que que não apresenta nenhuma forma de reutilização, como os de banheiros e cozinhas não orgânicos, segue para um aterro sanitário, em Biguaçu. “Temos a intenção de trabalhar na coleta de resíduos sólidos de Sombrio da mesma forma, sobretudo, porque a área rural é bem próxima e vamos buscar implantar nessas unidades rurais por meio de nossa logística, ou seja, levar o material até estas unidades para ser realizada a compostagem nestas propriedades. Cada litro de chorume cabe cinco de água, o que rende muito em termos de adubação. Queremos buscar nos adequar à Lei n. 12.305/10 que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, dispondo sobre seus princípios, objetivos e instrumentos, bem como sobre as diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos sólidos, incluídos os perigosos, às responsabilidades dos geradores e do poder público e aos instrumentos econômicos aplicáveis”, finaliza Celso Rogério de Souza,

 

Se depender do Gerente Executivo da Samae, Sombrio, finalmente terá um novo contexto acerca do destino dos resíduos sólidos, promovendo cuidado com o meio ambiente, nova cultura da adubação e geração de empregos. Além desses benefícios, reduzirá de forma significativa o volume de resíduos que irá para o aterro sanitário, hoje situado em Içara, gerando economia para o município.